quinta-feira, 22 de agosto de 2019

11-1/ Cruz de Izopor

11/ de Janeiro

Há momentos na vida em que as circunstancias sobrecarrega e aprisionam as pessoas de tal forma, que até parece que o mundo vai desabar surgem os problemas e com eles alguns inconvenientes indesejáveis trazendo um misto de dissabores e descontentamentos. 
E não é gratuitamente que estas coisas acontecem. Paga-se o preço. E o preço às vezes é alto e está embutido na “paz nossa de cada dia” às vezes vivida em seus altos e baixos.
Somente aqueles que já foram cirandados pela peneira da cruz é que sabem dizer o quanto isso é sofrível. A cruz tem nomes diversos. Ei-Los aqui: Enfermidades incuráveis, infortúnios, necessidades especiais, insucessos flagelos provações, calamidades etc. 
Gostaria de dizer não simplesmente, mas fundamentalmente que a cruz é a principal figura representativa e que tem como signo o sofrimento. Veja bem: Mesmo sendo justo e inocente, Jesus Cristo não recusou passar por ela. Sua morte no calvário o identificou como a vergonha da cruz. (LC-23- 46.) Ele morreu pregado no madeiro, a fim de resgatar a raça humana pervertida e descaracterizada pelo pecado. 
Amigo (a) Intenauta, tome consciência de tua cruz.  Identificando-a. E procure sincronizar os valores que dela emanam para sua vida. Não te envergonhes em ter que carregá-la. Problemas todo mundo tem. Ruim com ela, pior sem ela. A resignação aliada à aceitação do sofrimento é a borracha que apaga da alma os registros da intolerância humana. 
Há sempre alguém a dizer estar carregando a cruz mais pesada; Certo? Talvez. E com todo respeito aos teus sentimentos e agruras, permita-me agora fazer-lhe uma pergunta: De que material foi feito a tua cruz você já o identificou? Pode ser que ela tenha sido feita de “izopor” (não sei). Basta você dar uma olhadinha ao redor vai ver que existem pessoas que carregam uma cruz, a saber, bem mais pesada que a tua. Concordas?

1 comentário:

  1. Um religioso voltava da igreja um tanto motivado e feliz da vida. Tão logo ele chega em sua casa, pegou a esposa nos braços e saiu com ela casa afora carregando-a nos seus braços pra lá e pra cá. Um tanto confusa ela perguntou: meu bem, conta-me como foi o culto hoje, foi sobre como a gente tratar bem as pessoas? Nada disso. Respondeu o maridão. Aliás, foi sobre como a gente carregar a nossa cruz com alegria!

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