quinta-feira, 22 de agosto de 2019

12-1/Justificando o Casamento

12/ de Janeiro


Nos engarrafamentos das grandes cidades do país, em filas de bancos, supermercados, nos estádios de futebol, nos terminais rodoviários, nas fabricas, e nas favelas, é bem provável que você tenha pensado: “Como existe gente neste mundo”. Exatamente. São mais de seis bilhões de seres humanos que atualmente participam da vida no planeta Terra. E dentro deste contexto populacional elástico, é sabido que a metade nasceu nas últimas quatro décadas. E, diante de tantas incertezas sobre o futuro, a sociedade ocidental contemporânea resolveu frenar de vez, o crescimento populacional. 
As mulheres acabaram fechando a madre. Digamos assim. A obsessão pela escassez de nascimentos, adotada pelos chamados países ricos, está em “alta” e vem se tornando um fenômeno mundial o mundo demanda reposição da massa humana. 
Hoje o número de casais sem filhos subiu de 9,5% em 1985 para 15,7% em 2005. Na Itália, Suíça, França, Japão e Estados Unidos, a média de filhos é de 1,2 por casal; na Grécia, 1,3 e na Alemanha 1,4. Lembrando o fato que para repor a população, é necessário obviamente, que nasçam dois filhos em cada família. 
Essa cultura antivida (digamos assim) demonstrada nestes números, é tão presente na sociedade atual que, recentemente, virou reportagem de capa da revista norte-americana. NEWSWEEK. 
Dados reais comprovam o efeito dessa cultura, pós-moderna. Pois, estima-se que 56% das mulheres do Japão, com mais de 30 anos, não tiveram filhos até então. O Brasil não é exceção. 
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGÈ), o número de filhos por mulher caiu de 6,2 em 1940 para 2,1 em 2005. Os Indicadores sócios demográficos prospectivos para o Brasil 1991-2030, divulgado recentemente, demonstrou que a taxa de fecundidade na média do país vai declinar para 1,59 filhos por mulher em 2030. No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, estima-se que cada mulher terá –em media –1,2 filhos. 
Não faltam motivos para explicar essa análise. De acordo ainda com a reportagem da NEWSWEEK, as razões para a subtração do numero de filhos são: Apreensão em relação ao futuro, falta de união estável, no lar. Preocupação com gastos demasiados, riscos futuros relacionados à própria saúde ou idade avançada para a paternidade-maternidade. 
Se de um lado a preocupação em ter filhos é, até certo ponto justificável o que dizer do lado teológico? Ter filhos (dentro do casamento) é um privilegio dado por Deus. (Que a Bíblia o diga). (SL 127, -3)".
Casal algum deveria desprezar o fato de ter filhos.” E sim justificar o seu casamento. Considerando as orientações repassadas pela Pastoral da Criança, o que os casais precisam reconhecer é que estes rebentos têm que vir no tempo certo. Dentro das condições mínimas necessárias para criá-los. 
Entendemos que os filhos são a continuidade da nossa geração da nossa cultura e dos ensinamentos que recebemos de nossos pais. O que seria de nós se eles tivessem sido egoístas e só pensado na comodidade deles?

Sem comentários:

Enviar um comentário