A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, da influência que o verdadeiro Deus exerça sobre as pessoas, as famílias e a sociedade.
Quando se buscam deuses falsos ou quando não se busca a deus nenhum, a nação não pode ser feliz, harmoniosa e forte.
Enquanto o Deus vivo—da liberdade e vida ao Seu povo, pelo contrário, os ídolos das nações pagãs vizinhas de Israel, demonstram que são seres divinizados, porém, são frágeis como qualquer outro ser e podem morrer de indigestão.
Depositar confiança e temor neles é uma ilusão que, mais cedo ou mais tarde, trará frustrações. Pois, são impotentes, e dignos apenas de escárnios (SL-115). O Deus vivo é aquele dá à vida e nunca abandona os que O amam (Dt-31, 6-8).
Tudo aquilo que requer de nós a lealdade e a glória que pertence somente a Deus é um ídolo, por isso, os ídolos são detestáveis aos olhos do Todo Poderoso (Jr-4, 1). Eles provocam Seu zelo (Sl-78, 58), Sua ira (Dt-32, 16) e até Sua abominação (Jr-44, 4).
A Bíblia relata que aqueles que não deixarem os arraiais da idolatria estão irremediavelmente desamparados (Is-44, 8-11); e que no final da história, esses tais (entre outros) serão lançados no lago que arde como fogo e enxofre, a saber, a segunda morte (Apoc-21, 8).
Quando os brasileiros aprenderem de Deus, pela Sua Palavra, e passarem a obedecê-Lo, em seus lares, em suas famílias, em suas vidas, então será cumprido o que disse o Salmista: “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” (Sl-33, 12).
Gostaria de convidar você a excluir (comigo) do mapa do gnosticismo, os nomes de algumas celebridades religiosas e idolátricas, popularmente toleradas em nossos dias.
SENÃO VEJAMOS
Exclua Buda, exclua Maomé, exclua Allan Kardec, exclua Confúcio, exclua Iemanjá, enfim, exclua tudo quanto for de nume* (ou de nomes) que hoje existem por aí, e que passam por deidades “brasileiras”.
O LEGADO DE UM EX-DITADOR.
Veja a seguir o depoimento do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, instantes antes de ser morto por enforcamento: “Eu testemunho que não há outro deus que não Alá—e que Maomé é seu Profeta”.
DETALHE:
De duas uma: ou adoramos o Criador dos Céus e da Terra ou alguém que nos promete um “Céu na terra”.

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