09/ de Janeiro
A culpa é um desconforto emocional e psicológigo, algo maçante que carregamos como consequência do pecado contra os outros e contra Deus e, por incrível que pareça, nossos erros tem como impasse a transferência da culpa de si mesmo para os outros. Desde o principio da criação do homem, sempre foi assim (Gn-3, 12-13). Isto é lógico, coerente e conseqüente (ver imagem).
Cristo ensinou que o reconhecimento de nossa verdadeira culpa é a porta pela qual podemos experimentara a purificação e a renovação de sermos perdoados (I-Jo-1, 9-10).
Antes de pecar, Adão e Eva estavam vestidos com uma auréola ou traje de luz, o qual era um sinal da comunhão com Deus.
Em meio ao deslize e o pecado, o relacionamento que havia entre Deus e o homem, foi bastante prejudicado. A matéria venceu o espírito, e ali começou o drama entre a carne e o espírito (Rom-7, 14-24), esse drama tem sido a causa de tanta miséria no mundo.
Tão logo que, Eva fora persuadida (pela serpente), ouviu-se a voz do Senhor Deus, o Qual passeava no jardim, e imediatamente o casal fugiu e se escondeu entre as árvores. O instinto do homem culpado é fugir de Deus. Ocorre que o delinquente se esquece de que de Deus ninguém foge.
O Salmista descobre que Deus está mais presente a ele do que ele próprio está presente a si mesmo (Sl-139, 7-12). É impossível se esconder de Deus; sabe por quê? É que Ele está no coração da vida e da história. Podemos enganar os outros e até a nós próprios, mas é impossível enganar a Deus, porque Ele está no mais profundo de toda realidade. Afastar-se Dele, tentar encobrir o pecado ou tentar enganá-Lo, significa aniquilar-se.
DE DEUS NINGUÉM FOGE.
Adão e Eva ao perceberem que estavam nus, coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais. A nudez física era sinal de uma consciência culpada; mas, somente uma veste feita por Deus pode cobrir o pecado.
E assim como Adão e Eva procuraram esconder-se (de Deus) entre as árvores, da mesma forma as pessoas hoje em dia procuram esconder-se nos prazeres e em outras atividades.

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