quinta-feira, 1 de agosto de 2019

26-5/ Jonas, o Profeta Fujão


26/ de Maio
(JON- 1, 2, 3, e 4) 
Jonas recusa obecer a Deus porque Ninive, capital da Assiria,  representava na época, um dos maiores e mais encarniçados inimigos de Israel.
Jonas tenta fugir  exatamente para a direção contraria. Jonas não podia fugir.  A tempestade , porém, lhe impede a fuga, e no curso da tumultuada viagem, sem querer, Jonas torna-se instrumento das primeiras conversões: os marinheiros invocam a Javé.
No entanto, Jonas é forçado a encontrar-se consigo mesmo e com Deus; a experiência é feita dentro de uma angustia mortal figurada pelo mar e pelo ventre do peixe.
Figurativamente falando, Deus tomou a forma de um grande peixe e tragou a Jonas que ficou três dias preso no ventre da baleia, e do mar. Os três dias e três noites que Jonas permaneceu no ventre do grande peixe e sua súbita reaparição retrataram o tempo que Jesus permaneceria no tumulo, seguido de Sua ressurreição. Desse modo, Jonas parce apreender a lição: a salvação pertence a Javé, e a concede a quem Ele quiser. Para Deus ninguém está irremediavelmente perdido. Vede - (Lc-15, 11-32).  Talves pensava Jonas que Javé era um deus nacional, e não o Deus universal.
Nós  observamos em Ninive aquilo que nenhum profeta consegui em Israel: os pagãos se arrependem e de comvertem. participando da penitência inclusive os animais. 
Como é que Deus poderia negar o perdão a essa gente mais sensata que o povo de Israel? Ao invés de se alegrar, Jonas fiou profundamente dispeitado e decpcionado com a conversão dos ninivitas e com o perdão concediodo a eles por Javé. Jonas parece uma criança mimada , que quer tudo para si, sem ter que repartir nada com ninguém; seu coração está fechado, e ele ainda não consegue aceitar que Deus seja bom para os outros .

MORAL:
Com Deus não se brinca! (ver imagem)

Sem comentários:

Enviar um comentário