Em colóquio com o menino, o religioso fazia por observar que o infante aparentava estar cansado, em razão da carga humana que levava sobre os ombros. Mesmo assim, não escondia dos lábios um sorriso animador! Foi quando o religioso perguntou-lhe: “Menino, diga-me uma coisa, o que fazes deve ser muito difícil, não é mesmo”? Ter que carregar um pirralho desse tamanho nas costas o tempo todo isso é imposição, só pode.
Num ar de riso, e revelando uma grande dose de amor, o garoto disse ao religioso: Veja bem meu senhor, isto não é imposição. Não pesa, não “é sofrível, não importo, ele é meu irmão.” Deu uma corridinha, para o lado, como se estivesse brincando, despediu-se e foi embora.
Em face à preleção e ao gesto do garoto, o religioso sentiu-se arrasado. Teologicamente falando, o religioso teve que curvar-se diante daquele menino de rua.
A máscara de sua religiosidade caía por terra. A verdade, quando aliada à prática, torna-se irresistível. O amor excede a todo entendimento humano; “Levai as cargas uns dos outros”, dizia o apóstolo Paulo aos (GL 6:2). O amor, a partilha e a solidariedade, juntos, formam a mais bela atitude que o evangelho nos ensina. Fora a isto, a religião vira fanatismo.
A máscara de sua religiosidade caía por terra. A verdade, quando aliada à prática, torna-se irresistível. O amor excede a todo entendimento humano; “Levai as cargas uns dos outros”, dizia o apóstolo Paulo aos (GL 6:2). O amor, a partilha e a solidariedade, juntos, formam a mais bela atitude que o evangelho nos ensina. Fora a isto, a religião vira fanatismo.
Como podemos nos identificar como discípulos de Cristo, se negamos aquilo que, para Ele, é o mais importante, o amor? O exemplo do menino de rua (o chinês) é suficiente para que aprendamos o verdadeiro sentido desta tão importante afirmação da palavra de Deus: “Levai as cargas uns dos outros”.
Ofereçamos, pois, nossas mãos e os nossos ombros aos nossos irmãos, tendo sempre em mente esta verdade: “Eles não são fardos, são nossos irmãos.”.
Aliás, somos anjos de uma asa só. E, só podemos alçar vôo quando abraçados uns aos outros! (ver imagem).

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