Conta-se uma história da vida real envolvendo um imóvel imobiliário onde fora construído uma casa de madeira que a final de conta estava sempre desocupada. Tudo ali dava a impressão de que o referido imóvel havia sido abandonado pelo seu proprietário.
Ali naquela rua, ninguém era capaz de suspeitar que o tempo se encarregasse em transformar aquela velha casa, em um esconderijo formado por dezenas de gatos, de todos os tipos e raças que ali viviam felizes e livres de judiarias e da intolerância humana. “Este esconderijo era realmente, o perfil de um reino encantado dos gatos sem dono”. Eles nunca davam as caras, senão ao por do Sol quando subitamente chegava uma senhora bastante idosa (ver imagem) trajando um blazer azul, puído e sapatos escarcalhados. Toda ela revelava o paradigma da pobreza e de um carma pungente dos que tiveram a posse e perderam tudo; dinheiro, família, posição, conceito, propriedades, etc. Estes vivem ninguém sabe como.
Ali naquela rua, ninguém era capaz de suspeitar que o tempo se encarregasse em transformar aquela velha casa, em um esconderijo formado por dezenas de gatos, de todos os tipos e raças que ali viviam felizes e livres de judiarias e da intolerância humana. “Este esconderijo era realmente, o perfil de um reino encantado dos gatos sem dono”. Eles nunca davam as caras, senão ao por do Sol quando subitamente chegava uma senhora bastante idosa (ver imagem) trajando um blazer azul, puído e sapatos escarcalhados. Toda ela revelava o paradigma da pobreza e de um carma pungente dos que tiveram a posse e perderam tudo; dinheiro, família, posição, conceito, propriedades, etc. Estes vivem ninguém sabe como.
Todas as tardes-noite, a pobre anciã se aproximava da cerca do terreno baldio, e ali a seu modo ela conversava e dava à atenção aos gatos.
E mal ela chegava, os gatos famintos acudiam de corrida, aos bandos inúmeros, saltando uns por cima dos outros, na ânsia de cada um ser o primeiro a comer.
A bondosa velha abria a-tiracolo e ia estendendo a céu-aberto, na calçada a comida para os gatos. Eram restos de refeição modesta pedacinhos de carne cozida e cortados aos bocados algo que ela ganhava da caridade pública.
Tão logo os gatos acabavam de comer, a bondosa Velha acenava, e dizia-lhes: “Até a amanhã”, se Deus quiser! E ia-se embora, muito pálida, cabisbaixa e a passos lentos pela rua a fora, ela seguia.
Tão logo os gatos acabavam de comer, a bondosa Velha acenava, e dizia-lhes: “Até a amanhã”, se Deus quiser! E ia-se embora, muito pálida, cabisbaixa e a passos lentos pela rua a fora, ela seguia.
Mas, no entanto sem saber ao certo para onde ir. Pois, ninguém a esperava em lugar nenhum.
E no dia seguinte, à tarde-noite, ali ela e os gatos se encontravam novamente. Os gatos sem dono e a velha solitária sem família. Nada mais que isto!
E no dia seguinte, à tarde-noite, ali ela e os gatos se encontravam novamente. Os gatos sem dono e a velha solitária sem família. Nada mais que isto!

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