15/ de Abril
A HISTÓRIA DE SUZANA
Temos aqui um longo relato de um drama apaixonante vivido por uma mulher casada, rica e muito bonita por nome Suzana, que viveu por volta dos anos 165 a.C, no período dos Macabeus (ver apêndice de (Dn-13).
Temos aqui um longo relato de um drama apaixonante vivido por uma mulher casada, rica e muito bonita por nome Suzana, que viveu por volta dos anos 165 a.C, no período dos Macabeus (ver apêndice de (Dn-13).
Esta mulher foi sexualmente assediada por dois homens velhos (canalhas) que eram na época (Juízes) em Canaã, eles que, inebriados e apaixonados por Suzana, tentaram violentá-la. Mas sem êxito. E com a coragem que Deus lhe dera e ao ser “cantada”, Suzana recusou-se a transar com eles e retrucou: “É melhor a gente morrer, do que trair as próprias convicções a cometer um pecado contra Deus”.Este episódio lembra Jose do Egito na casa de Potifar (Gn-39, 7-9).
Movidos pelo efeito da desforra, e do abuso de poder estes dois magistrados tiveram a coragem jurisprudente de sustentar perante o Júri Popular, (que levaria Suzana à morte), que Suzana fora (por eles) abordada em flagrante adultério, com um rapaz que estava com ela no jardim de sua própria casa. (Lembrando que nos dias de Suzana o adultério era punido com o apedrejamento) (Dt-22, 22).
Estes dois magistrados esqueceram-se da Lei (proporcional) do Talião criada por Moises a qual servia para incriminar a falsa testemunha (Dt-19, 16-21).
Suzana então lhes disse: Eu sei que agora vou ter que cair nas mãos de vocês que condenam inocentes e absolvem culpados.
A ORAÇÃO E O JULGAMENTO DE SUZANA.
Na hora crucial do julgamento, e já sabendo que ia morrer, Suzana orou a Deus com inocência, e com estas palavras: “Deus eterno que conheces o que está escondido Tu sabes muito bem que estes dois Juízes (canalhas) estão praticando chantagem e extorsão contra a minha pessoa, Senhor, eu sei que vou morrer inocentemente. Ajuda-me Senhor!
Deus atendeu o clamor de Suzana, que ao ser conduzida para a morte, o Senhor despertou o santo espírito de um jovem (Dn-13, 44-45), que a livrou da morte.
E foi através de Daniel, que os dois magistrados acabaram de suas próprias bocas provando que estavam mentindo contra Suzana numa esperteza inútil que acabou não dando certo.
O conselho de sentença do Tribunal não deixou barato. E foi assim que nesse dia estes dois Juizes corruptos foram condenados à morte por crime de falsidade ideológica, e salvando uma mulher inocente. Deus nunca abandona os Seus quando injustamente caluniados.
MORAL DO DRAMA:
Mais uma vez na história, o feitiço vira contra o feiticeiro.

Sem comentários:
Enviar um comentário