20/de Maio
“Se a velhice for u mal como muitos acreditam, é um mal desejado", "é uma segunda meninice". Com relação aos idosos, a rivalidade ou gozação vem de muito longe. Tanto é que a sabedoria popular registra provérbios antiquíssimos, chegados até nós através da colonização portuguesa e, enquanto alguns perderam sua atualidade, outros continuam participando da linguagem popular brasileira ainda com a mesma força, constando também das legendas escritas nos para-choques dos caminhões.
Li, certa vez em uma brochura algo, onde o titulo do texto era o seguinte: “PARA QUE SERVE A PESSOA IDOSA?” E o texto fazia por trocar farpas literárias com o população da Terceira Idade, onde alguém usando de uma linguagem especulativa, senão pretenciosa decia o malho nas pessoas idosas. Veja a forma como o falastrão colocou; era uma infinidade de adjetivos populares; algo que afronta e diminui as pessoas da Terceira idade.
SENÃO VEJAMOS:
“Velho é bananeira que já deu cacho, é ser praticante do sedentarismo, é jogador que já pendurou as chuteiras"; é carta fora do baralho; o idoso é igual pneu velho, a saber: quase sempre careca arriado e com falta de ar. Velho é rabujento, quem gosta de velho é reumatismo, museu, cadeira de balanço, fila do INPS e bengala.
A maioria dos homens idosos, só sabem ficar na praça o dia todo jogando baralho e dando trabalho nos centros de Saúde. A sociedade brasileira é movida pela competitividade, e pela produtividade, e um idoso não é nem produtivo e muito menos competitivo. Então, sendo assim porque não decretar a falência destas instituições de apoio aos idosos? Se elas “acabarem” não vão fazer falta nenhuma para sociedade em que vivemos".
(Nota: Autor Desconhecido)
A maioria dos homens idosos, só sabem ficar na praça o dia todo jogando baralho e dando trabalho nos centros de Saúde. A sociedade brasileira é movida pela competitividade, e pela produtividade, e um idoso não é nem produtivo e muito menos competitivo. Então, sendo assim porque não decretar a falência destas instituições de apoio aos idosos? Se elas “acabarem” não vão fazer falta nenhuma para sociedade em que vivemos".
(Nota: Autor Desconhecido)
CONCLUSÃO:
Considerando os rigores deste disparate, alguém de direito afirmou que desta vez o Gênero Literário pisou na bola para com os idosos, quando na verdade deveria ele, respeitosamente “pegar mais leve na caneta”.
Lembrando que, embora Deus seja a Fonte da vida, sem os nossos pais idosos simplesmente não existiríamos.

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