sábado, 17 de agosto de 2019

20-2/ O Cadeirante

20/ de Fevereiro 

Em todo o mundo, cresce o número de cadeirantes. Não devido a aumentos nos acidentes ou experiências científicas mal sucedidas, mas sim à crescente possibilidade que os cadeirantes adquiriram de manter a própria independência. Avanços na medicina e na urbanização são as chaves para a inclusão, mas ainda há muito que fazer, tanto em relação ao ambiente quanto ao meio interpessoal.
Com a inclusão social dos cadeirantes cada vez mais em voga, é necessário desmistificar alguns conceitos que algumas pessoas têm a esse respeito, eliminando preconceitos e permitindo uma aproximação mais sólida entre cadeirantes e não cadeirantes.

OS CADEIRANTES NÃO SÃO INCAPAZES
Não é necessário oferecer ajuda constante a um cadeirante, a não ser que ele peça. Aqueles que já estão acostumados a usar a cadeira provavelmente têm uma casa adaptada para suas necessidades ou já encontraram meios de contornar as dificuldades do dia a dia. Além disso, por estarem acostumados a chegar a locais sem adaptação, eles irão pedir ajuda quando for necessário.
Com relação a alguém que acabou de se tornar cadeirante, em decorrência de um acidente ou problemas de saúde, ocorrerá um período de adaptação. 
Assim sendo, o ideal normalmente e que esse processo seja sempre acompanhado por um psicólogo, apoio na rede SARAH etc. É necessário que ele tente fazer o que sempre fazia, mesmo que falhe algumas vezes, para que possa se acostumar com sua nova condição e encontrar novas formas de fazê-lo

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