Conta-se de um elefante manhoso, que rompeu o relacionamento com sua
manada. Fato este que o levou a ter que migrar para outra região da savana um
lugar longínquo e desértico.
E por desconhecer a região, e precisando
de orientações, ele optou por contratar um guia. Despeitado, ele contou o seu
problema para a formiga a qual, gentilmente prontificou em
ajudá-lo.
Disse o elefante à formiga,
"diligência, o que eu devo fazer a fim de chegar à aldeia fulana de tal?
Por acaso, você a conhece? Ao passo que a formiga respondeu: fique
tranquilo (chefe). Eu moro lá.
O elefante tinha por certo e considerou
que, formiga e elefante são seres importantes; a única diferença entre ambos,
está no peso e no tamanho, um pra mais outro pra menos. Ele deu uma rizadinha e
verbalizou: É este o guia que eu procurava!
Não sabendo eles que o pior da viajem
estaria por vir. Ambos tinham que atravessar um vale, via uma ponte aos
frangalhos, a qual balançava de cabo a rabo; e o elefante, com medo de
cair no precipício e espatifar-se, tremia na base. Mas, apesar do susto,
conseguiram atravessar.
O elefante sacou algumas moedas a fim de
pagar o trabalho da heroína formiguinha que, para surpresa do devedor, não quis
receber, e disse-lhe: Maioral, que a paga (de meu trabalho) fique por conta da
façanha. Que façanha? Por favor, explica-me o que é isto retrucou o elefante?
Disse -lhe a formiga: amigo elefante, eu
jamais imaginaria, que um dia na vida pudesse realizar uma proeza tão grande
quanto é esta. Pois é, “NÓS” BALANÇAMOS A PONTE”. Viu só?!
MORAL:
Por mais inteligente que seja o ser
humano, ele não deveria gabar-se de si mesmo, pois existe um absoluto que não
só capacita como também permite ao homem grandes conquistas e
realizações.
Quem é este absoluto senão o próprio Deus?...
Literalmente falando, somos bem parecidos com a equivocada formiguinha da
estória, É Deus quem “balança a ponte”. (E não o homem). Deus é 10!

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