14/ de Junho
A escrita foi uma das mais importantes descobertas do homem. Contudo, para a aplicação deste grande avanço, era necessário a criação de certos instrumentos. .
Durante o século XIX, vários estudiosos tentaram desenvolver uma espécie de caneta com tinta em seu interior, o que chamamos hoje de caneta-tinteiro. Em 1884, Lewis E. Waterman patenteou tal invenção.
As canetas esferográficas, principal modelo usado atualmente, surgiram em 1937 na Ungría e, cuja tinta não secava no depósito, como fazia a velha caneta-tinteiro.
Na Europa, as primeiras canetas esferográficas acessíveis foram produzidas em 1945, por Marcel Bich, cujo mérito foi o do desenvolvimento de um processo industrial de fabricação que reduzia significativamente o custo das canetas por unidade. Em 1949, essas canetas foram lançadas comercialmente sob o nome "Bic", uma abreviação do seu sobrenome, e que era fácil de lembrar pelo público. Dez anos mais tarde, as primeiras canetas "Bic" eram lançadas no mercado norte-americano.
Respeitosamente, temos que afirmar que a caneta já foi a principal figura representativa da comunicação escrita (esse pequeno tubo cilíndrico de uma preciosidade muito grande)
Respeitosamente, temos que afirmar que a caneta já foi a principal figura representativa da comunicação escrita (esse pequeno tubo cilíndrico de uma preciosidade muito grande)
Então, em contrapartida esta não é outra senão a geração do computador e suas extensões.
Vejam bem, a criatividade humana, somado à tecnologia, fará de tudo para mudar a trajetória da caneta sobre pretexto de que ela já cumpriu seu papel, na história e que já não é tão importante assim para as relações, homem e escrita. O seu descarte a cada dia vai se consolidando. O seu estado é agravante. Literalmente falando, a caneta está em coma, e tende a desaparecer.
Vejam bem, a criatividade humana, somado à tecnologia, fará de tudo para mudar a trajetória da caneta sobre pretexto de que ela já cumpriu seu papel, na história e que já não é tão importante assim para as relações, homem e escrita. O seu descarte a cada dia vai se consolidando. O seu estado é agravante. Literalmente falando, a caneta está em coma, e tende a desaparecer.
Palavras não bastam para expressarmos a ela a nossa gratidão e o nosso respeito e admiração. Daria quase pra garantir que se não fosse à caneta não teríamos hoje os registros históricos, modernos, ou contemporâneos disponibilizados.
Foi através dela que, lá no passado remoto, alguém tomou a iniciativa de criar a carta, a fim de comunicar relações amorosas entre pessoas ou namorados e intercâmbios entre amigos e familiares, separados pela distância geográfica.
Em fim como instrumento da escrita ela deixará suas marcas, como: a marca da simplicidade a do dever cumprido e, sobretudo a marca da imparcialidade, porque tudo ela escreveu.
Assim sendo Mestres, Eruditos, Teólogos, Professores, Intelectuais e Leigos a manusearam no intuito de exarar seus conhecimentos e levar a cabo as suas imortais teorias ou experiências.
CANETA...
Ninguém apaga uma estória construída que marcou épocas. Doravante a lembrança de seus feitos por certo acompanharão as futuras gerações.
Literalmente falando, se a caneta falasse ou soubesse que está prestes a ser descartada, posta de lado e esquecida, ao expirar, suas derradeiras palavras sairiam suprimidas, mas mesmo assim ficariam escritas, registradas e, bem legíveis.
Ei-las aqui: Não me deixe morrer. Ai!

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