Era uma vez um campo de trigo, pelo qual vadiava uma codorna; ao ver pelo chão um grão de trigo, abaixou-se para comer, mas teve a infelicidade de cair nas redes de uma armadilha à ela preparada.
Ali aprisionada, queixava-se assim a codorna: “Pobre de mim, que antes era livre, cantava e voava pelos ares e ia para todos os lados; agora encontro-me cativa.
Perdi meu ninho; onde estão meus filhotinhos? Quem agora os alimentará?
Perdi tudo. E agora me pergunto: porque fui tão imprudente? Por um simples grão de trigo, agora estou aqui, presa.
"Como isto me custou caro”. Tadinha!

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