segunda-feira, 8 de julho de 2019

6-10/ A Pecadora Anônima

06/ de Outubro
(Lc-7, 36-50).  Sem perspectiva de inserção social, esta pecadora anônima caminhava (cabisbaixa), pelas ruas de Naim. Sua vida intima e moral havia se tornado em cacos e, como um pássaro enclausurado sem liberdade e sem asas para voar vivia ela. Os fariseus desprezavam essa mulher de má fama.
Certo dia um fariseu influente por nome Simão, convidara a Jesus para comer em sua casa. Tendo Jesus se assentado à mesa, chegava à pecadora anônima de sempre. Ela foi direto ao ponto, ajoelhou-se aos pés de Jesus, e pôs se a chorar, beijou-Lhe os pés, e tendo nas mãos um frasco de perfume, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com a “toalha” dos seus cabelos. 
Indignado, o anfitrião censurou Jesus e questionou a integridade moral do “Nazareno” por permitir que uma mulher com tal reputação O tocasse e O desonrasse. 
Jesus não olhou apenas para as ações exteriores da mulher, mas olhou para o seu coração—solitário triste e penitente, um coração amoroso que O honrou como Senhor e buscou o perdão para a sua vida arruinada e deprimida. 
Não me custa crer que a ação contrita e prática desta pecadora anônima, de regar os pés de Jesus, com suas lágrimas mornas depuraram às suas culpas; e ao defender a mulher, Jesus aproveitou para ensinar sobre amor, perdão e fé. 
A pecadora anônima, que chegou em desonra, deixou a casa de Simão e foi embora em paz. Jesus perdoou publicamente os seus muitos pecados, e ela seguiu seu caminho com um coração depurado e com uma nova vida em Cristo. Em fim, (em Cristo) a pecadora anônima (ver imagem) encontrou a tão sonhada e tão difícil liberdade de se conquistar (Jo-8, 32).


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