segunda-feira, 15 de julho de 2019

6-8/ Sobre As Azas da Exaltação

06/ de Agosto
Conta-se. Que no coração da selva, vivia um leão que passava o tempo todo indignado com um mosquito (ver imagem) que não parava de zumbir ao redor de sua cabeça, a sugar-lhe o sangue. Embora houvesse entre ambos um contraste gigante e uma luta desigual, mesmo assim o mosquito  não deu a mínima atenção. 
“Você está achando que vou ficar com medo de você só porque você pensa que é rei? E continuou a pecar-lhe o focinho”. 
Indelicado, o leão procurou dar uma patada no mosquito numa esperteza inútil que não deu nada certo o que acabou lhe rendendo no focinho, vários aranhões de unhas. E, sem êxito, o leão acabou tendo que se render. 
Diante desse fato maiúsculo senão inédito, o mosquito exaltado, foi embora zumbindo para contar para todo mundo que ele tinha vencido o rei da floresta. Mas, para sua infelicidade ele entrou direto em uma teia de aranha. Ali o vencedor do rei dos animais encontrou seu triste fim. Ele foi comido por uma aranha minúscula que o espiava.
Na vida é assim: Aquele que deseja sobrevoar as alturas da realização humana, terá que primeiramente, passar pela peneira da humilhação. 

MORAL DA HISTÓRIA
Quem se humilha, será exaltado; e quem se exalta será humilhado (Mt-23, 12). 

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