segunda-feira, 8 de julho de 2019

20-9/ A Morte na Panela

20/ de Setembro

Mais do que um milagre, a exposição em transito, mostra a habilidade do profeta Elizeu em eliminar os efeitos nocivos de uma planta daninha; trata-se do pepineiro-bravo, que por engano do cozinheiro, (ver imagem) o seu fruto foi servido como refeição aos atendentes do profeta Elizeu. 
Tão logo que eles provaram da sopa, gritaram: “Homem de Deus, isso é veneno! Há morte na panela”. De fato, era um fruto amargo e de efeito purgativo. 
Elizeu ordenou: tragam farinha. “Elizeu deitou farinha na panela e disse ao servente: sirva as pessoas para que comam” e já não havia nada de toxina na panela (2-Reis-4, 38-41).

APLICAÇÃO
Alguém poderia questionar: o que esse fato tem a ver conosco e o que pode nos ensinar? O que está por trás desta quase tragédia? Esta é uma pergunta teológica que a meu deve ser respondida pela opinião pública em forma de apêlo. 
"Cuidado com o cardápio de muitos púlpitos, servido semana após semana, muitos estão se alimentando de algo que gera a morte. Há morte espiritual na panela em várias questões em meio a cristandade hoje.
Não é sensacionalismo afirmar que muitos destes supostos obreiros, poderiam ser interpretados como: “Picaretas do Reino.” Aliás, eles fazem da igreja televisiva, e dos encontros massivos, lugar de comércio e exploração do povo. 

"VERGONHA EVANGELICA"
Pior, deram-se ao luxo de serem ordenados (por si mesmos) e se tornaram celebridades religiosas do tipo: Apóstolos, Bispos, Reverendos, Missionários, Sacerdotes, e.t.c. Estes são vendedores de promessas de cura divinas, e de coisas do tipo “indulgências” oferecendo soluções rápidas e prontas para vários tipos de problemas. Esses tais, adoram e pregam prosperidade financeira 24 horas, e com isso constroem verdadeiros impérios $ e, a fim de se defenderem, se escondem atrás da própria Bíblia, e como se isso não bastasse, tomam “emprestado” o nome Santo de “Jesus”. Obstinados, eles tentam fazer (hoje) tudo quanto Jesus fez (de sinais) na Palestina há dois mil anos. É verdade?

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