04/ de Julho
Atualmente, a regra é não envelhecer. Não somente a velhice por si só é indesejável, mas a finitude humana também o é. Por isso o envelhecimento permaneceu na orla social por tanto tempo como uma espécie de tabu, mas, aos poucos o homem letrado foi encontrando ressonâncias em alguns setores da sociedade, como o meio acadêmico, os serviços de assistência social e o poder público, porém o assunto ainda permaneceu no anonimato por algum tempo. Foi em face da criação do tema; Saúde—um direito da Terceira Idade, foi que o tema caiu na rua e passou a ser vista como tema político o que mais tem mobilizado as pessoas e a sociedade nestas ultimas décadas.
O envelhecimento é também uma questão de gênero. Em consequência da sobre mortalidade masculina, as mulheres predominam entre os idosos. Em 2000, representaram 55% da população idosa. Vejam-bem, um estudo mostra que o Brasil tem 5 milhões de mulheres a mais que homens. O dado foi divulgado pelo IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatística) por meio da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
De acordo com a pesquisa, em 2012, a população residente estimada no Brasil foi de 196,9 milhões de pessoas, o que representa um crescimento de 0,8% em relação ao ano anterior, ou seja, de 1,6 milhão de pessoas.
Assim, de todo o contingente populacional brasileiro, as mulheres representam 51,3%.
As mulheres acabam vivendo mais tempo. Razão: Elas são dadas em maior acesso aos serviços de Saúde Pública que tem como fim, protagonizar as prevenções. (Nem sempre valorizados e levados a serio pelos homens). Quanto mais velho o contingente idoso, mais elevada é a proporção de mulheres.

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