14/ de Dezembro
“Era mesmo o desconforto de um momento triste”. Crucial para ele. Quem? (o filho pródigo). Sua vida havia chegado ao fim. Seus sonhos haviam morrido. Desempregado e na pior, teve que cuidar de uma pocilga um trabalho escravo. Imundo, mal-cheiroso sem teto e sem comida, ali estava o pródigo, e com ele seus amigos (os porcos).
Seu passado memorável, Seu presente horrível. Futuro não tinha. Ali estava o pródigo, destruído, e acabado, e o peso da culpa asfixiando-o, ferindo-o, atormentando-o, Ele o pródigo, o vil, o perdido o má.
Sentia-se um lixo. Sabia que tinha que mudar o rumo de sua vida, mas não encontrava forças e se desesperava em sua solidão. É tudo o que a pessoa que te consciência que errou, sente, e julga que merece ser castigada por isso.
O processo da conversão começa com a tomada de consciência: “Levantar-me hei e vou ter com meu Pai”.
RESUMINDO:
O pródigo voltou para a casa do “Pai” onde foi recebido com festa, tomando novamente o seu lugar (Lc-15, 11-32)
Então, Jesus fez a aplicação da parábola, em forma de apelo para que os escribas e fariseus aceitarem partilhar da alegria de Deus pela volta dos pecadores à dignidade da vida. Aliás, os doutores da Lei e os fariseus, não tinham nada desta alegria.
O que Deus quer realmente, é que seus filhos voltem à alegria da comunhão do amor. Vede - (I-Jo-4, 20).
MORAL:
Deus não é capaz de deixar de amar o pecador!

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