20/ de Dezembro
(Lc-12, 15). Para quase todos nós, a avareza não é novidade. Ela vem acompanhada do desejo corrosivo da cobiça desenfreada de ter o que outra pessoa possui principalmente bens materiais. Ela indica uma ganância inescrupulosa; a concupiscência consumidora de possuir cada vez mais, e isso é pecado (Ef-5, 5).
Jesus preveniu a todos e a todas que estavam com Ele: “Cuidem para não serem avarentos, porque nem o pobre e nem o rico pode se assegurar a vida para si mesmo”. Não adianta querer ganhar a vida usando a esperteza para enganar os outros. Cedo ou tarde, o jogo será descoberto.
Nesta parábola, Jesus fala sobre o erro do fazendeiro rico que não tinha mais como armazenar suas colheitas, mas, a final ele teve uma idéia: “Vou derrubar os meus celeiros e construirei outros maiores e abarrotá-los hei do bom e do melhor e direi a mim mesmo: agora é só festa, vou comer beber, e gozar a vida”. Porém, aconteceu que enquanto ele assim pensava, a morte o visitou.
A ganância e a ambição fazem as pessoas viverem para si mesmas. Há quem pense que o acumular $ riquezas assegura felicidade e realização. Ledo engano.
Jesus disse então ao povo que O cercava: Assim vão acontecer com as pessoas que acumulam $ riquezas (para si mesmas), mas que não são ricas diante de Deus. Vede – (Lc-12, 21).
Do que adianta fatigar-se para granjear coisas que a própria pessoa não conseguirá desfrutar? A vida perde completamente o sentido, e teria sido melhor ser abortado. Vede - (Ecles-6, 1-6).
Pra que tanta lida, para tão pouca “vida”?
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