05/ de Dezembro
Nesta sociedade hedonista de hoje, em que
os lares estão vazios de filhos, em que as mães na sua quase totalidade
envergonham-se da maternidade, gerando apenas um filho para garantir um vinculo
de consangüinidade; até parece que o modelo de mãe está desaparecendo. Mães que
utilizam todos os artifícios para desfazer o destino eterno que Deus imantou em
suas entranhas (aborto). Vejam bem—em cumprimento a uma ordem expressa do
Criador. Vejam bem, os animais não se “envergonham” de gerar (Gn-1, 22, 28).
Você já deve ter ouvido contar da jovem
esposa que ao saber que estava grávida, ela aligeirou seus passos e foi contar
ao seu esposo a nova. A euforia dele foi tanta, que ele ajoelhou-se e beijou o
ventre da esposa repetidas vezes.
Digo o que sinto—merecidamente as mãos das
mães que, não se envergonham de gerar (dentro do casamento) teriam que ser
beijadas. Eu bendigo as mães que suportam todos os percalços da maternidade
para trazer mais um ser à humanidade. Mães heroicas, mães santas!

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