Madame e dada à maquiagem e, em seu excesso de beleza (ver imagem), Jezabel era fã da magia e do meretrício sagrado, era a mais perversa das rainhas de Israel. Ela obrigou os israelitas a considerarem seu deus (Baal) igual ao Deus de Israel (Javé), fato que gerou um conflito direto entre ela e Elias o homem de Deus.
Por capricho, ela procurava exterminar os profetas do Senhor (I-Rs-18, 4). Planejou a morte de Elias (I-Rs-19, 12).
Possuída por uma emulação perversa, e imediatista, Jezabel usou o seu poder político de uma forma cruenta em beneficio próprio, ela ocasionou a morte de Nabote, tão somente para ficar com a vinha dele (I-Rs-21, 14).
Em contra partida, Jezabel era a mais inteligente e notável das rainhas de Israel. Em volta da sua mesa reunia ela 450 profetas de Baal e 400 sacerdotes de Astarote (I-Rs-18, 19).
Infelizmente esta mulher megera, governou a Israel sob “glórias em desgraças”. No entanto, ela sofreu morte violenta. Alias—o profeta Elias profetizou que os cães comeriam do seu cadáver a céu aberto. Dito e feito (II-Rs-9, 33-36).
Essa atitude descabida de Jezabel mostra que aqueles que tiram proveito das fraquezas dos outros, talvez, escapem da vingança de suas vitimas, por serem mais fracos, mas não se subtraem nunca da vingança Divina.
Desse modo (por mãos de terceiros), Deus se apresenta como vingador de um povo que foi longamente oprimido por uma família tirânica (Real).

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